News Release 2330 : VULGARIDADE
Cidade do Porto, 19.12.2005, Semana 51, Segunda-Feira, 04:58 - [Crónica Digital] Edita-se nesta News Release, o texto de uma Crónica Digital, assinada por Luís Moreira.
VULGARIDADE
Desde há vários anos, que tenho uma muito má imagem dos media em Portugal e alguns deles, que me conhecem, sabem que não foram sérios, ocultando a verdade dos factos e protegendo quem cometeu crime, não dando assim um destaque que seria considerado inevitável, mas isso, são verdades que serão afirmadas, na hora em que menos se espera.
Não há muitos anos, numa peça televisiva, pude ouvir um jornalista, desancar forte e feio, sobre os colegas dos media, nomeadamente os jornalistas. Que pensam que são superiores, cultivam uma cultura elevada, quando muitos a desenvolvem mal, não se esgotando a aperfeiçoar, como olham para as outras pessoas, não de frente, mas sim dum alto, que não se lhes corresponde, entre outros vícios e da sua muita má relação com as forças de segurança, como eu próprio já vi.
Tudo isto vem a propósito, da "trágica" despedida, que Manuela Moura Guedes, fez e lhe deram oportunidade (no Casino Estoril), para mais uma vez ser considerada como uma grande jornalista, que para mim, e já há muito tempo que penso assim (desde os tempos da RTP), não é uma grande jornalista, mas sim uma jornalista vulgar, que por exemplo nos Estados Unidos e pelo menos em alguns países de topo europeu, não estaria autorizada a se poder ver num Telejornal. Assim como eu penso, muitos também o pensam.
Claro que não cabe aqui, nesta minha crónica, fazer referências à sua aparência física e fotogenia, nem do seu desastroso " Boa Noite, eu sou a ... ". Enfim, não sei se alguma vez teve noção, de que esta afirmação, acarretava, uma resposta sempre pronta de muitos, conforme as disposições de cada, por este país fora, como pelos menos por 2 vezes, ouvi.
O ponto essencial daquilo que quero referir, é que sempre que podia, e na semana que lhe cabia, lá estava eu, a ver o seu noticiário, vendo a TVI e desprezando a SIC e a RTP, mas para mim, o que me deu a certeza da sua vulgaridade, foi o facto de não estar preparada o suficiente, para argumentar diálogos sobre economia, política, e outros que consegui observar, uma vulgaridade de todo o tamanho, por exemplos, nos diálogos em directo com Miguel Sousa Tavares e com outros habituais comentadores, muitas vezes tendenciosos. O seu terrível hábito (e de muitos), de convidarem as pessoas para falarem e depois de não as deixar dar uma resposta, sem que seja abruptamente cortada a sua palavra. Ainda me lembro da sua desastrosa actuação, frente a Miguel Sousa Tavares e de outros deslizes, feitos em graça.
Tantos exemplos que podia dar. Uma coisa é certa, comigo, Manuela Moura Guedes, estava considerada «ad eternum», proibida de fazer um telejornal, não por minha culpa, mas por culpa especialmente de Manuela Moura Guedes, que pensa que aquela maneira de fazer jornalismo é correcta, e o não é, pois assim não se conjuga e não é prática nas outras televisões europeias e americanas (que esmagam a TVI, que é uma TV de telenovelas, reflecto da nossa incultura), para não falar da sua falta de preparação e conhecimento sobre algumas matérias que ouvi referir com erro. Manuela Moura Guedes, estava só, por isso, alguém a fez desaparecer e desaparece por culpa própria, apenas isso.
Dizem algumas pessoas, que Manuela Moura Guedes, é uma pessoa cheia de sentimentos e de compreensão pelos problemas graves das pessoas. Eu, posso atestar, que isso, assim como muitas outras coisas no jornalismo e nos media em Portugal, não é verdade e eles sabem isso, mas demonstram uma imagem que não é correcta e as pessoas ficam a pensar que se tratam de grandes pessoas, mas afinal são vulgares, como todas as outras pessoas, escondendo os seus defeitos.
Boa semana para todos.
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Luís Moreira é empresário* e Autor e Director do THE PORTUGAL DIGITAL JOURNAL e assina esta crónica semanalmente à segunda-feira.
Luís Moreira
http://tpdjournal.blogspot.com
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